Um vídeo que nos mostra a visão da escola pelos alunos do século XXI, os «nativos digitais» (Prensky, 2001), para refletir e (re)agir, pois, a evolução das tecnologias e o advento da Web 2.0 vieram impor novas formas de ensinar e aprender, sendo necessário envolver o aluno, enquanto sujeito ativo na construção de conhecimento, nas várias aprendizagens que experiencia. Este facto pode ser ilustrado com o provérbio chinês: «Diz-me e eu esquecerei. Ensina-me e eu lembrar-me-ei. Envolve-me e eu aprenderei.»
Para Marc Prensky, de nada vale introduzir
equipamentos na escola, enquanto não existir uma mudança efectiva de paradigma:
"Novos métodos para fazer coisas velhas não são o suficiente para melhorar
a educação; fazer isso é como rearranjar as cadeiras no convés do Titanic
afundando."
Este especialista em tecnologia na educação e
escritor, que estabelece a distinção entre «nativos digitais» e «imigrantes
digitais», refere que os «nativos» só conhecem o contexto digital, ao contrário
dos «imigrantes» que nasceram no contexto pré-digital e têm de se adaptar ao contexto
digital.
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