terça-feira, 31 de dezembro de 2013
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Educadores 0.0: Excusas para rechazar la tecnología
Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRBjkSSiWQuXMDumCkVt-4ZEg9c55ouydyWSzKKDr3xKnec0B86sRmz4pNHdw0PVmjtNGi6ObCfOgX1EWG0gAK0inh_mYRHNrZoxLHEYiS5sUZ0lZcbPlJdRF3R-uhMCzQ16s8ihuWwytj/s1600/TECNOLOGIA.jpg
▪ No sé nada
de tecnología, le tengo pavor
▪ No sé cómo
utilizarla en mis clases
▪ La
tecnología que hay aquí es pobre
▪ La
Internet no funciona bien
▪ Las
facilidades físicas son deficientes
▪ No tengo
apoyo técnico/tecnológico
▪ Los
recursos disponibles no funcionan bien
▪ Ésto es
muy complicado para mí
▪ Yo me
siento muy comod@ así; por qué cambiar
▪ “Esto de la
tecnología nos cuesta mucho dinero"
▪ "La tecnología es un
distractor"
▪ "¿Si no me pagan, no haré
nada"
▪ "Ya yo llegué hasta donde
tenía que llegar"
▪ “No me
gusta perder mi privacidad”
▪ “Los
estudiantes le temen a la tecnología”
▪ "No tengo
tiempo para contestar mensajes, dudas ni preguntas fuera de la hora de la clase"
▪ "Caramba, yo no tengo
Internet en mi casa"
▪ "¿Tecnología, para qué?
¡Si yo me retiro/jubilo pronto!”
▪ “Yo no
tengo tiempo tiempo para aprender a usar la tecnología, cuando estoy
comprometid@ en muchos comités y proyectos institucionales”
▪ “Bah...
eso es mucho trabajo para corregir"
▪ "Lo que yo produzco es
mío y de nadie más"
Delgado, Antonio, in Edumorfosis (11/03/2011) - Texto Adaptado
O artigo pode ser lido na íntegra aqui.
Los jóvenes hacen un uso superficial de las nuevas tecnologías
Fonte: http://www.lagoinha.com/lagoinha-wp-site/wp-content/uploads/2013/08/digital-deliver-kids-copy.jpg
El ordenador, la consola, el móvil -sobre todo el móvil- y, desde hace un
tiempo, la tableta. Este es el equipamiento común de buena parte de los
adolescentes. Con él, además de realizar tareas escolares, arañan más o menos
tiempo para estar en Facebook,
conectarse a YouTube, escuchar
música, guglear buscando cuestiones que están de moda o que tienen que ver con
sus aficiones... Es indudable que se desenvuelven con aparente soltura, pero
¿tienen un conocimiento sólido sobre este tipo de herramientas y lo que pueden
hacer con ellas?
(…)
"Muchos piensan que los niños lo saben todo, que nacen enseñados. Y es engañoso -explica Jordi Busquet, investigador principal de El uso de las TIC y la brecha digital entre adultos y jóvenes. Encuentros y (des)encuentros en la escuela y el hogar (Austica)-, porque los menores siguen necesitando que se les explique, que se les acompañe. Su conocimiento suele ser superficial. Aunque tienen una gran facilidad para usar por ejemplo las pantallas táctiles, eso no supone de manera automática que sepan usar cualquier aplicación".
"Muchos piensan que los niños lo saben todo, que nacen enseñados. Y es engañoso -explica Jordi Busquet, investigador principal de El uso de las TIC y la brecha digital entre adultos y jóvenes. Encuentros y (des)encuentros en la escuela y el hogar (Austica)-, porque los menores siguen necesitando que se les explique, que se les acompañe. Su conocimiento suele ser superficial. Aunque tienen una gran facilidad para usar por ejemplo las pantallas táctiles, eso no supone de manera automática que sepan usar cualquier aplicación".
(…)
Dolors Reig, psicóloga social y experta en innovación y tecnología, destaca también la importancia de la educación. "Los menores son poco competentes utilizando las TIC en ámbitos de aprendizaje, porque no se ha trabajado con ellas en la escuela. El concepto de nativo digital se ha puesto en duda a menudo en ese sentido: si no se forma en el uso de las TIC más vinculado al aprendizaje, los chicos no van a aprender a hacerlo solos".
(…)
Dolors Reig, psicóloga social y experta en innovación y tecnología, destaca también la importancia de la educación. "Los menores son poco competentes utilizando las TIC en ámbitos de aprendizaje, porque no se ha trabajado con ellas en la escuela. El concepto de nativo digital se ha puesto en duda a menudo en ese sentido: si no se forma en el uso de las TIC más vinculado al aprendizaje, los chicos no van a aprender a hacerlo solos".
(…)
Rodríguez de Paz, Alicia, in La Vanguardia.com (04/01/2013) – Texto Adaptado
O artigo completo pode ser consultado aqui.
sábado, 28 de dezembro de 2013
Why Do We Need Technology Integration?
(…)
Now,
walk into a classroom. Are there computers and if so, how are they being used?
Are they being used at all? Technology has revolutionized the way we think,
work, and play. Technology, when integrated into the curriculum, revolutionizes
the learning process. More and more studies show that technology integration in
the curriculum improves students' learning processes and outcomes. Teachers who
recognize computers as problem-solving tools change the way they teach. They
move from a behavioral approach to a more constructivist approach. Technology
and interactive multimedia are more conducive to project-based learning.
Students are engaged in their learning using these powerful tools, and can
become creators and critics instead of just consumers.
Another
reason for technology integration is the necessity of today's students to have
21st century skills.
These
21st century skills include:
· personal
and social responsibility
·
planning,
critical thinking, reasoning, and creativity
· strong
communication skills, both for interpersonal and presentation needs
· cross-cultural
understanding
· visualizing
and decision making
·
knowing
how and when to use technology and choosing the most appropriate tool for the
task
(…)
Technology
helps change the student/teacher roles and relationships: students take
responsibility for their learning outcomes, while teachers become guides and
facilitators. Technology lends itself as the multidimensional tool that assists
that process. For economically disadvantaged students, the school may be the
only place where they will have the opportunity to use a computer and integrate
technology into their learning. (…) (10)
There
is a growing body of evidence that technology integration positively affects
student achievement and academic performance. The Center for Applied Research in Educational Technology (CARET) (11) found
that, when used in collaborative learning methods and leadership that is aimed
at improving the school through technology planning, technology impacts
achievement in content area learning, promotes higher-order thinking and
problem solving skills, and prepares students for the workforce.
(…)(12) (13)
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
sábado, 7 de dezembro de 2013
sábado, 30 de novembro de 2013
A BE e os novos ambientes virtuais de aprendizagem
Os ambientes virtuais de aprendizagem e
as comunidades de prática e aprendizagem constituem, efetivamente, novas formas
de aprender, ensinar, comunicar, partilhar (ideias, saberes, recursos,
experiências, interesses em comum), aceder à
informação, desenvolver capacidades multiliterácicas e trabalhar
colaborativamente; daí que a Biblioteca Escolar não possa ficar alheia a esta
realidade.
De facto, nos vários espaços virtuais, como o blog, wiki, plataforma Moodle, sites, redes sociais (Facebook, Twitter, Grouply), Second
Life, entre outros, os alunos não só são consumidores mas também produtores
de informação e construtores de conhecimento, acrescentando, assim, valor a
todos os intervenientes, incluindo aos professores. Ou seja, quer os alunos
quer os docentes têm algo a aprender e a ensinar.
Além disso, a Biblioteca Escolar deve saber
rentabilizar as inúmeras potencialidades das tecnologias e dos diversos recursos
existentes online para que consiga
cumprir, com êxito, a sua missão e objetivos: desenvolver competências ao nível
da literacia da leitura, digital, tecnológica, visual, informacional, móvel e
para os media, prestar um apoio
eficaz no âmbito do desenvolvimento curricular, educar para os valores e
atitudes.
Neste sentido, citando Ana Amélia Carvalho (2003), a
caça ao tesouro e a WebQuest “aproximam-se
no objectivo de tirar partido da informação online, orientando os alunos na
pesquisa” (p. 8).
Atualmente, além das ferramentas já mencionadas,
existem imensos aplicativos da Web 2.0 e da Web Semântica que podem ser
integrados no trabalho a
dinamizar na Biblioteca Escolar e nas práticas letivas dos professores, a
saber: My Podcast, JClic, QuizFaber,
Edilim, Mobile Study, Flash, Hot Potatoes, Wirenode, Cmaps
Tool, entre outros.
Neste contexto, é fundamental que a Biblioteca
Escolar desenvolva iniciativas interativas, motivadoras e significativas,
propondo formas de trabalho articulado, contínuo e colaborativo com todas as
estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica, outras
bibliotecas, entidades locais e nacionais, assim como estando recetiva a
propostas de trabalho para aproveitar as diversas sinergias, pois a BE não é
(nem pode ser) uma ilha isolada na escola.
Segundo Madalena Pinto dos Santos (2012), “O
professor e a equipa da BE têm que entroncar aprendizagens, recursos, e
funcionamentos internos da escola, debaixo do holofote do que são as
competências necessárias aos alunos nos dias de hoje. A visão sobre a missão e
o papel da BE, a comunicação e o relacionamento dentro da organização que é a
escola serão o ponto de partida para fazer passar s mensagem, junto das
estruturas de decisão, com vista ao desenvolvimento de uma cultura escolar que passe
pela utilização estruturada da biblioteca. Este é o primeiro elo de uma cadeia
de trabalho colaborativo, para a concretização do objetivo comum: contribuir
para que os alunos fiquem preparados para lidar com a informação, com vista ao
conhecimento, para que dominem o aprender a aprender, alicerçado em
dispositivos estruturados e na planificação de docentes” (p. 68).
No
que concerne às dificuldades subjacentes ao meu contexto de trabalho,
registam-se, principalmente, ao nível da concretização de atividades de âmbito
curricular, tendo sido necessário reforçar a apresentação de sugestões de
trabalho conjunto com professores dos diferentes Departamentos Curriculares, e
ao nível do número insuficiente de elementos que compõem efetivamente a Equipa
da BE e ausência de formação, o que acarreta uma sobrecarga de trabalho para o
Professor Bibliotecário, que tem vindo a fornecer orientações, a fornecer
recursos e a promover sessões de formação.
Concluindo,
a biblioteca escolar, juntamente com a escola, só conseguirão responder
eficazmente aos desafios do ensino do século XXI, se houver uma mudança efetiva
de paradigma e criem as condições necessárias para que o processo de ensino/
aprendizagem se desenvolva dentro e fora da sala de aula. Na verdade, com os
meios tecnológicos existentes, a aprendizagem (formal e informal) deve assumir
um carácter disciplinar e, cada vez mais, interdisciplinar e transversal, de
modo a formar cidadãos de uma forma holística com as competências necessárias
para viver na Sociedade da Informação e do Conhecimento.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Potencialidades do Glogster Edu
Após a exploração do Glogster Edu, posso afirmar que é uma plataforma apelativa e intuitiva que permite criar experiências de aprendizagem virtuais, em que o professor desempenha o papel de mediador/ orientador dos alunos, isto é, organiza aulas nas quais se partilham recursos e dinamizam projetos diversos.
Trata-se, pois, de um ambiente virtual que fomenta a curiosidade, a criatividade, a inovação, a comunicação e o trabalho colaborativo, contribuindo, assim, para ensinar e aprender de uma forma mais lúdica.
Esta ferramenta da Web 2.0, que consiste na produção de cartazes interativos, possibilita a inclusão de texto, imagem (Picasa, Flickr), áudio (em formato MP3), vídeo (YouTube), gráficos, hiperligações e animações que podem ser descarregados para o computador ou partilhados nas redes sociais e blog.
Em suma, o Glogster Edu afigura-se como uma ferramenta útil para a Biblioteca Escolar realizar iniciativas com os professores das várias disciplinas, cativar/ seduzir os alunos para a consulta de apresentações sobre temáticas diversas, de cariz disciplinar e transversal, bem como para a divulgação de atividades, novidades e informações variadas.
Em suma, o Glogster Edu afigura-se como uma ferramenta útil para a Biblioteca Escolar realizar iniciativas com os professores das várias disciplinas, cativar/ seduzir os alunos para a consulta de apresentações sobre temáticas diversas, de cariz disciplinar e transversal, bem como para a divulgação de atividades, novidades e informações variadas.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
“As Teorias de Aprendizagem e os Recursos da Internet Auxiliando o Professor na Construção do Conhecimento”, de Ana Maria de Moura et alii, 3.º parágrafo do ponto 3, página 6
“(…) O professor hoje, não é mais o detentor do
conhecimento, aquele que sabe tudo e seus alunos são meros receptores do
conhecimento. Com as milhares de informações que estão ao alcance de todos
principalmente na Internet, o trabalho isolado do professor já não satisfaz
mais. As mudanças de postura, a quebra de paradigmas faz com que o trabalho do
professor não seja mais isolado. Com isso o trabalho em conjunto, cooperativo
vem de encontro com as necessidades dos alunos na busca da construção do
conhecimento e o professor entra como mediador, orientador deste conhecimento,
aquele que mostra os caminhos para seus alunos em conjunto buscarem de forma
interativa o saber e a construção de novos saberes. Neste ambiente o professor
continuará sendo professor, mas um professor mediador e orientador e não mais o
detentor do conhecimento pois o trabalho cooperativo ele aprenderá com seus
alunos. (…)”
Selecionei este parágrafo porque sintetiza, de forma
clara, o papel conferido ao professor e ao aluno no novo paradigma educativo,
ou seja, o docente deixa de ser o detentor absoluto e transmissor de saberes e
o aluno um mero recetor/ consumidor acrítico, estando a aprendizagem centrada
no “aprender a aprender”, partilha de saberes e experiências, acesso crítico a
diferentes fontes de informação em suporte impresso e digital, construção (inter)ativa
e colaborativa de conhecimento.
Atualmente, com a evolução das Tecnologias da
Informação e Comunicação, e com o surgimento de aplicativos da Web 2.0/ Web
3.0, a forma como se ensina e aprende mudou completamente, tendo o professor, “imigrante
digital” (Prensky, 2001), o papel de orientador/ facilitador da aprendizagem do
aluno, visto como “nativo digital”(Idem).
Neste sentido, é imprescindível que o Docente
conheça as várias teorias da aprendizagem e os recursos existentes nas
“auto-estradas da informação” [1] (Conde, 2006, p. 70) para que consiga
implementar experiências de aprendizagem estimulantes, significativas e
duradouras.
No contexto da Sociedade da Informação e do
Conhecimento, a Biblioteca Escolar também desempenha um papel preponderante no
processo de ensino-aprendizagem dos alunos, tendo, para isso, de se adaptar
constantemente às mutações que se operam numa sociedade conetada 24 horas por
dia, disponibilizar recursos de qualidade e oferecer serviços que vão ao
encontro dos interesses e necessidades dos seus utilizadores.
De facto, “nas últimas décadas, com a introdução e
desenvolvimento das TIC, as bibliotecas escolares viram a sua intervenção e
papel reforçados. As tecnologias e a Internet vieram introduzir novas
oportunidades de acesso à informação e redefinir as existentes, substituindo
condições e modelos de uso e produção de conhecimento. Introduziram ainda novos
desafios formativos e pedagógicos a que a escola tem de responder e que
decorrem do alargamento das literacias inerentes à aprendizagem e à vida no
Contexto da Sociedade do Conhecimento” [2].
Cabe, pois, ao Professor Bibliotecário, como motor
da gestão da mudança na Escola, em parceria com todos os Docentes, traçar
linhas de ação ao serviço do desenvolvimento curricular e das diversas
literacias essenciais para o futuro, contribuindo, assim, para a melhoria das
aprendizagens, sucesso educativo e formação ao longo da vida.
[1] A Integração
das TIC na Biblioteca Escolar. Lisboa: ME/ DGIDC.
[2] PORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência.
Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Portal RBE. Aprender com a
biblioteca escolar: enquadramento e conceção (2012: 9). [Em linha]. Lisboa:
RBE. [Consult. 8.11.2013] Disponível em WWW:
<URL: http://www.rbe.mec.pt/np4/697
.html.
Termos relacionados com a Web 2.0: contributo pessoal
Alojamento
O
alojamento, também conhecido pelo termo inglês hosting, consiste
no armazenamento de aplicações num determinado servidor.
Animoto
Permite
criar vídeos com fotos legendadas e músicas escolhidas pelo utilizador
Bubbl.us
É uma ferramenta que serve para construir mapas
concetuais.
DropMind
Ferramenta que possibilita a construção de mapas concetuais.
Fotobabble
Trata-se
de uma ferramenta que permite realizar a gravação áudio e incluir uma imagem no
projeto criado.
Google Earth
“(…) é um
programa de computador desenvolvido e distribuído pela empresa americana Google
cuja função é apresentar um modelo tridimensional do globo terrestre,
construído a partir de mosaico de imagens de satélite obtidas de fontes
diversas, imagens aéreas (fotografadas de aeronaves) e GIS 3D. Desta forma, o
programa pode ser usado simplesmente como um gerador de mapas bidimensionais e
imagens de satélite ou como um simulador das diversas paisagens presentes no
Planeta Terra.Com isso, é possível identificar lugares, construções, cidades, paisagens, entre outros elementos (...).”
In http://pt.wikipedia.org/wiki/Google_Earth
(Consultado em 25 de outubro de 2013)
Google+
Esta rede
social surgiu em 2011 e permite uma interação dos usuários de forma seletiva,
dividindo em círculos cada grupo de amizade. Possibilita também a realização de
uma conferência, em tempo real, com várias pessoas.
Inteligência coletiva
É um
conceito que surge da cooperação de várias pessoas na partilha de ideias e
informação na rede (blogs, wikis...), organização de conteúdos e construção de
conhecimento, ou seja, todos aprendem uns com os outros.
Jing
É uma
ferramenta que serve para criar screencasts, ou seja, uma gravação
digital do ecrã do computador, através da captura de imagens,
juntando-se a gravação áudio do usuário. É bastante utilizada para a
elaboração de tutoriais.
Mobile Study
É uma
ferramenta que possibilita criar um questionário de escolha múltipla, questões
de verdadeiro e falso para enviar via telemóvel.
PosterOven
Ferramenta que serve para construir cartazes.
Pinterest
Esta rede social apareceu em 2011 e visa a
partilha, bem como a personalização de fotos e a sua organização por
temas/ categorias.Ferramenta que serve para construir cartazes.
Prezi
É uma
ferramenta que possibilita a construção de apresentações dinâmicas multimédia,
aceitando a inclusão de texto, imagem, vídeo, entre outros, numa única tela.
Rede social
“Uma rede
social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações,
conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e
objetivos comuns. /…/
As redes
sociais online podem operar em diferentes níveis, como, por exemplo, redes de
relacionamentos (Facebook, Orkut, MySpace, Twitter, Badoo), redes profissionais
(LinkedIn), redes comunitárias (redes sociais em bairros ou cidades), redes
políticas, dentre outras /…/.”
in http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social (Consultado em 23.10.2013)
Scoop. it
É uma ferramenta que permite identificar, selecionar e agregar diversos conteúdos em vários suportes por tópicos ou temas/ áreas e também partilhá-los.
Scratch
“Trata-se
de uma nova linguagem gráfica de programação, inspirada no Logo, que
possibilita a criação de histórias interactivas, animações, simulações, jogos e
músicas, e a partilha dessas criações na Web.
O termo Scratch
provém da técnica de scratching utilizada pelos Disco-Jockeys do
Hip-Hop que giram os discos de vinil com as suas mãos para a frente e para trás
de modo a fazer misturas musicais de forma original. Com o Scratch é
possível fazer algo de semelhante, misturando diferentes tipos de clips de media
(gráficos, fotos, músicas, sons) de formas criativas.”
In
http://nonio.fc.ul.pt/recursos/scratch/obj_scratch1.htm (Consultado em 26 de
outubro de 2013)
Skype
É uma
ferramenta que possibilita efetuar chamadas gratuitas, através da Internet,
assim como o envio de mensagens instantâneas.Storyboard
Ferramenta que serve para criar histórias em banda desenhada, podendo-se escolher, para o efeito, cenários, personagens, tipos de balões.
Strip Generator
Ferramenta que serve para criar histórias em banda desenhada.
Tagxedo
Ferramenta que
permite a criação de nuvens de palavras, podendo-se
escolher diferentes formas (objetos, animais...), tipo de letra e
cores.
Toondoo
É uma
ferramenta que permite criar, através de vários recursos disponibilizados, uma
história em banda desenhada ou apenas tiras.Vocaroo
Ferramenta que permite a gravação áudio.
Voki
É uma
ferramenta que consiste em colocar um avatar a falar, através da
gravação áudio do utilizador, escolha da voz de uma figura
ou da escrita do texto. O avatar pode ser personalizado no que
concerne ao aspeto físico, roupas e acessórios.
O usuário
desta ferramenta tem ainda a possibilidade de escolher o cenário de
fundo para o avatar.
WebQuest
É uma
ferramenta que incide numa metodologia de trabalho em que os alunos, tendo em
conta as orientações fornecidas, procuram congregar esforços, em trabalho
colaborativo, para um objetivo comum, sendo constituída por cinco partes,
a saber: introdução, tarefas, processo, avaliação e conclusões.
Wirenode
É uma
tecnologia que permite construir um website móvel.
Worditout
Ferramenta que permite a criação de diversos exercícios apelativos para os alunos, através de nuvens de palavras.
Wordle
Ferramenta
que visa a criação de nuvens de palavras, sendo possível a escolha do tipo de
letra, cores e disposição das palavras inseridas.Ferramenta que permite a criação de diversos exercícios apelativos para os alunos, através de nuvens de palavras.
Wordle
Desafios da BE no contexto da Web 2.0
A
Biblioteca Escolar tem de acompanhar os avanços tecnológicos que se operam na
Era Digital, para poder (cor)responder às exigências e necessidades dos seus
principais utilizadores – os alunos, que são os principais portadores das
novidades tecnológicas nas escolas, sob pena de ficarem obsoletas e pouco
atrativas.
Na
minha opinião, e tendo em conta a realidade da Biblioteca onde trabalho, este é
o maior desafio que se coloca à Biblioteca Escolar, pois o número de
computadores é insuficiente para a realização de iniciativas e projetos que
envolvam as Tecnologias da Informação e Comunicação e aplicativos da Web 2.0.
Se
há turmas em que alguns alunos têm computador portátil, Tablet, iPad ou outros
dispositivos móveis, há outras em que os alunos não têm oportunidade de comprar
estes equipamentos, e a Biblioteca não dispondo de capacidade financeira para
adquirir alguns dispositivos, a fim de esbater as assimetrias sociais e o
acesso desigual à informação e à construção de conhecimento.
As
ferramentas da Web 2.0, devido às suas potencialidades, podem proporcionar
novas formas de aprendizagem motivadoras, colaborativas e dinâmicas, permitindo
a comunicação, participação, criação, partilha, difusão de variadas informações
e conhecimentos entre alunos, eixos do processo de ensino-aprendizagem, e
professor bibliotecário/ outros docentes, em qualquer lugar e a qualquer hora.
Neste
sentido, a Biblioteca Escolar para se aproximar de um modelo de Biblioteca 2.0
enfrenta o desafio de envolver os seus utilizadores na produção e partilha de
conhecimento, recursos e experiências, fornecendo as ferramentas tecnológicas
necessárias e de recursos humanos qualificados e empenhados em melhorar e
inovar os seus serviços, transformando-a, assim, num valioso centro de recursos
e de saberes (real e virtual) mais apelativo e consentâneo com as reais
expetativas dos alunos.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Breve apresentação com a ferramenta Photo Story
Este vídeo foi criado para ser utilizado e explorado no início de algumas atividades inseridas na Semana da Leitura 2014.
Além da citação inicial de Mário Quintana e da citação final de José Saramago, o texto que surge no corpo do trabalho foi extraído da obra Como um romance, de Daniel Pennac, Edições Asa, Porto, 2001, pp.68-69.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Biblioteca 2.0
«La Biblioteca 2.0 es un modelo de funcionamiento que permite que las bibliotecas respondan rápidamente a las necesidades del mercado [...]. Es una filosofía del cambio rápido, de las estructuras de organización flexibles, de las herramientas nuevas de la Web 2.0, y de la participación del usuario, que pondrá a la biblioteca en una posición mucho más fuerte, que resuelve con eficacia las necesidades de información de una población cada vez más grande.»
Michael Casey (2005), in blog LibraryCrunch
domingo, 20 de outubro de 2013
'Nativos digitais' versus 'imigrantes digitais'
Um vídeo que nos mostra a visão da escola pelos alunos do século XXI, os «nativos digitais» (Prensky, 2001), para refletir e (re)agir, pois, a evolução das tecnologias e o advento da Web 2.0 vieram impor novas formas de ensinar e aprender, sendo necessário envolver o aluno, enquanto sujeito ativo na construção de conhecimento, nas várias aprendizagens que experiencia. Este facto pode ser ilustrado com o provérbio chinês: «Diz-me e eu esquecerei. Ensina-me e eu lembrar-me-ei. Envolve-me e eu aprenderei.»
Para Marc Prensky, de nada vale introduzir
equipamentos na escola, enquanto não existir uma mudança efectiva de paradigma:
"Novos métodos para fazer coisas velhas não são o suficiente para melhorar
a educação; fazer isso é como rearranjar as cadeiras no convés do Titanic
afundando."
Este especialista em tecnologia na educação e
escritor, que estabelece a distinção entre «nativos digitais» e «imigrantes
digitais», refere que os «nativos» só conhecem o contexto digital, ao contrário
dos «imigrantes» que nasceram no contexto pré-digital e têm de se adaptar ao contexto
digital.
Las 10 Competencias del Docente Moderno
La educación es un campo en constante evolución, lo cual exige que los docentes se renueven y que estén al día de las últimas novedades. Por ello, a las competencias tradicionales necesarias para ser un buen docente, es necesario sumar algunas otras que han cobrado fuerza en los últimos años y que son imprescindibles. Éstas son, según nuestra opinión, las 10 Competencias del Docente Moderno.
O artigo completo pode ser consultado aqui.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
O papel do professor
E é também aqui
que entram os professores e a escola, que, segundo este especialista, "tem
um papel fundamental em educar os jovens no uso das tecnologias de
informação". Não se trata de ensinar as crianças e os adolescentes "a
utilizar o computador, os smartphones ou o iPad", diz. Se o papel
do professor se resumir a ser um mediador entre o aluno e o computador,
passamos a ter um professor que não é professor, mas um
"operacional".
Segundo João
Barroso, o professor tem de ser um mediador, sim, mas "entre o aluno e o
conhecimento", assegurando "situações criativas para o uso das
tecnologias". Desta forma, o docente mantém a imagem "do adulto junto
do jovem, do professor reflexivo que pensa nas suas práticas e que procura
actualizá-las, do porteiro do conhecimento e daquele que garante os valores da
educação pública na escola".
Para além disso,
as novas tecnologias, em vez de diminuírem o estatuto do professor, podem
aumentá-lo: "Hoje o professor perde muito tempo com tarefas menores do
ponto de vista educativo, e a tecnologia pode permitir aliviar o professor
dessas actividades rotineiras e pouco significativas do ponto de vista da
profissão docente e deixá-lo livre para aquilo que é fundamental: a relação com
a criança e com o jovem no acesso ao conhecimento", diz o investigador.
Excerto retirado do artigo “Quando a escolar deixar
de ser uma fábrica de alunos” escrito por Catarina Fernandes Martins, no jornal
Público (01/09/2013)
O artigo, na íntegra, pode ser acedido aqui.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Aprendizagem ao longo da vida
Fonte: http://sonhosecontosdamaribell.files.wordpress.com/2013/05/formas-de-ver-o-mundo.jpg
Ninguém ignora tudo.
Ninguém sabe tudo.
Todos nós sabemos alguma coisa.
Todos nós ignoramos alguma coisa.
Por isso aprendemos sempre.
Paulo Freire
"O sonho comanda a vida"
Considerando que o sonho comanda, efetivamente,
a vida, como advoga o poeta António Gedeão, e confere sentido aos nossos
projetos e ambições, inicio esta unidade curricular com muitas expetativas e
uma enorme vontade de aprender, com o intuito de poder fazer cada vez mais e melhor no
exercício diário do cargo de professor bibliotecário.
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